Foi numa noite de sexta-feira, frio pra caralho, que eu conheci um “Gatinho” (este foi o primeiro apelido dos milhares que nos pusemos durante estes 10 anos). Cursava o 3º ano de Ciências Sociais e havia saído com as minhas irmãs de teto, Laura e Marília para encontrar o povo da Unespinha no finado Alquimia, bar estilo inferninho onde rolava o rock’n roll de Mariland.Livre, leve e solta eu bebia uma lata de cerveja no canudo em cima de uma cadeira, de onde me esforçava para enxergar a banda da noite, Awaska!, quando meus olhos se voltaram para o baixista, ou melhor, para a camiseta do baixista, escrito “PAGODE NEM MORTO”. Pensei: este cara tem atitude, e é uma gracinha!
Uma paquera musical começou meio sem querer querendo, pois parecia que ele tocava pra mim e eu dançava pra ele, mas era preciso ter certeza. Foi então que tive uma atitude rock’n roll à la Jovem Guarda: eu pisquei pra ele... e ele piscou de volta. Ufa! Era pra mim!
Perdi todas as caronas para esperar o show terminar e eu ver qual era a do baixista de atitude que era uma gracinha. Ele me chamou para “tomar um ar lá fora”, meu nariz escorria por causa do frio e eu mantinha a pose de que nada estava acontecendo. O nome dele era Alexandre, também tinha 21 e fazia jornalismo.
Rolou um beijo, outro, outros... Ele me deu um cartão da banda com o telefone dele (o que eu achei super chique, afinal, praticamente um astro do rock) e eu anotei meu fone pra ele. Ele me levou pra casa e me ligou no dia seguinte, saímos. No outro eu liguei e ele foi em casa. No terceiro eu já nem lembro mais quem ligou, só lembro que foi nesta noite fria que o baixista de atitude virou o meu Gatinho!
Uma paquera musical começou meio sem querer querendo, pois parecia que ele tocava pra mim e eu dançava pra ele, mas era preciso ter certeza. Foi então que tive uma atitude rock’n roll à la Jovem Guarda: eu pisquei pra ele... e ele piscou de volta. Ufa! Era pra mim!
Perdi todas as caronas para esperar o show terminar e eu ver qual era a do baixista de atitude que era uma gracinha. Ele me chamou para “tomar um ar lá fora”, meu nariz escorria por causa do frio e eu mantinha a pose de que nada estava acontecendo. O nome dele era Alexandre, também tinha 21 e fazia jornalismo.
Rolou um beijo, outro, outros... Ele me deu um cartão da banda com o telefone dele (o que eu achei super chique, afinal, praticamente um astro do rock) e eu anotei meu fone pra ele. Ele me levou pra casa e me ligou no dia seguinte, saímos. No outro eu liguei e ele foi em casa. No terceiro eu já nem lembro mais quem ligou, só lembro que foi nesta noite fria que o baixista de atitude virou o meu Gatinho!
**Se vocês tiverem algum causo, bafo, foto ou vídeo desta época comentem aqui ou enviem para 10anosderock@gmail.com
Bom gente, talvez a Erika nem se lembre disto, mas eu vou contar para ela recordar e para todo mundo saber, ah vou!!!
ResponderExcluirEntão, na noite em que a Erika e o Alê se conheceram, enquanto a Erika tomava cerveja de canudinho e ficava de paquera musical com o baixista, ela me perguntou umas 1.000 vezes (ou será que foram umas 10.000 vezes?), se o tal do baixista da camiseta ``Pagode nem morto`` estava olhando para ela.
Erika: ``Ai Laurinda, eu acho que ele também tá me olhando, olha lá e vê se ele tá me olhando``.
Eu: ``Tá sim Erika, tá sim``.
Detalhe: Eu só olhei uma única vez para ver se o cara também estava na dela (e me pareceu que sim), porque fala sério! Só a Erika mesmo para acreditar que eu iria ficar patrulhando a paquera dos outros. Eu tinha mais o que fazer, afinal a banda Awaska! era ótima e eu queria mais era dançar.
Mas a pergunta da Erika foi se repetindo, e eu sempre dizendo: ``Tá olhando sim, tá olhando sim`` (sem saber se ele estava ou não).
Até que o tal baixista ``Pagode nem morto`` retribuiu a ``piscadinha`` e a frase mudou.
Erika: ``Ai Laurinda, ele piscou prá mim, ele piscou prá mim, ele piscou prá mim, vc viu?``
É claro que eu não vi nada, porque eu não estava patrulhando, mas saí pela tangente e falei: ``Q legal! Q legal!`` ou algo assim. Não recordo os detalhes.
Ufa! Ainda bem que o Alê retribuiu a ``piscadinha``. Valeu Alê!!! Obrigada por me tirar daquela situação, rsrsrs.
E mais obrigada ainda por fazer minha amiga feliz!!! Só por isso vc já mora num lugar super especial em meu coração!!!
Bjus moçada! Parabéns!!! Vcs merecem!!!
E eu quero despachar vcs prá Moscou. Já votei!!!
Laurinda
Carai, Laura! Então ela não mudou nada!!! Hahaha! Muito obrigado pelas palavras de carinho e por toda a consideração. Afinal, a primeira parte da familia que eu tive que conquistar eram as "irmãs de teto". Saiba q vc tb tem uma morada especial nos nossos corações!
ResponderExcluirSobre Moscou... depende do sucesso ou do fracasso da campanha!!!
Bjo grande.
Nossa Laura, ainda bem que vc não lembra dos detalhes!!! Senão eu tava perdida com os sórdidos, kkk!!! E que grande cachorra que vc é, ficou mentindo o tempo todo!!!! Ainda bem que deu certo, né!
ResponderExcluirComo dizem, recordar é viver! Obrigada por viver comigo este momento e muitos outros guardados na memória e no coração das "irmãs de teto"!!
Qto a Moscou, bora participar da Campanha pra ver se a gente chega lá!!!
Beijo de saudades mil!