Uma vez decidido pelo casório, começamos a pensar na logística toda. Optamos por fazer em Marília, pois é o meio do caminho para todos os amigos de São Paulo e de Londrina e facilita a vida dos amigos de Marília. Uma vez decidido o local, começamos a procurar uma agência que pudesse nos ajudar com a organização. Preparar um evento estando 200 km longe não é das coisas mais fáceis de se fazer no mundo. Uma vez decidida a agência, resgatamos uma lista de convidados que estávamos amadurecendo há tempos. A atualizamos adequadamente. Uma vez decididos os convidados, começamos a pensar na operação do casório. Como nunca havíamos organizando um evento para mais de 30 pessoas e esperamos dez anos para casar, a ocasião merece todo o carinho. Uma vez definida a operação, é hora de meter a mão na massa e trabalhar. Mas trabalhar muito mesmo pra garantir que tudo saia conforme o planejado e o esperado. Mas é claro que Murphy é um cara foda. Estamos há oito dias do casório e ainda tem "detalhes" sendo amarrados. Eu sei que tudo dará certo no final (mesmo que isso signifique um desembolso adicional, a chamada "taxa de urgência").
Ah... é claro, além do casório, aconteceram outras coisas ao longo do ano tb. Mas como estou 100% focado no casório, acho q me esqueci de grande parte delas ;-) Mas não tem importância. O lance é terminarmos de amarrar os "detalhes" pendentes e correr para o abraço. Estou muito ansioso pra rever amigos queridos de longa data que estão afastados pelo rumo que a vida acaba tomando. E é claro, ansiosíssimo para ver a noiva chegando (que jura, por tudo o que é mais sagrado, que não vai se atrasar!).
Pela primeira vez, postei primeiro q ela! Uhuu!!!
ResponderExcluirBora!
ResponderExcluirA imagem mais nítida que tenho desta viagem aventureira, é a cara da Erika e do Alê quando fui buscá-los no aeroporto de Manaus, depois deles terem passado por mil ``perrengues`` de ônibus que não sai da Venezuela porque quebrou, ônibus que larga os passageiros no meio do Carnaval de rua venezuelano porque não consegue atravessar, blitz na fronteira com o venezuelano que queria ficar com uma das pingas (sem explicitar isto de fato) que eles compraram para liberar a saída deles do país, enfim... quando chegaram a Manaus, pareciam dois retirantes assustados e emocionados chegando à capital. Agora é engraçado relembrar, mas naquele momento foi bem tenso... Mas o que seria da vida sem histórias para contar?
ResponderExcluirE vamu q vamu q a hora H tá chegando...
Bjus!
Laura