domingo, 26 de setembro de 2010

Despedida de namoridos: a balada errada que deu certo

Bem, tudo começou no Morrison, na hora programada. Ficamos meio encanados com a reserva da mesa pois, de acordo com as "regras do bar" não teria reserva suficiente para todos os 30 convidados, mas na medida que as pessoas chegassem, a garçonete colocaria outras mesas. Já era pra lá das 22h30, estávamos à mesa Mau, Mari, Sandra e nós quando um segurança se aproxima e diz que um amigo nosso, o "Antônio Carlos" estava lá embaixo e não iria entrar mas, mesmo assim, gostaria de nos cumprimentar. Na hora eu pensei "quem diabos é Antônio Carlos"?! Perguntei ao segurança por que o misterioso "Antônio Carlos" não iria entrar. O segurança respondeu "pq ele não quer ser revistado". Aí eu disse, ih... é o Mazzeo! Bem... Rere e eu descemos e fomos até lá fora falar com o Mazzeo e a Bel que estavam do lado de fora e iriam voltar pra casa por conta da revista.
Tentei argumentar com o chefe da segurança, com a recepcionista e até com a "encarregada" do estabelecimento. A resposta foi uníssona: "somente os donos entram sem serem revistados". 


Diante desta treta, decidimos sair do Morrison e ir para o boteco da esquina. Ok, não era bem uma balada Rock´n Roll mas a cerveja estava geladíssima e pudemos, inclusive, abrir e tomar a garrafa de tequila que tínhamos levado escondida na bolsa da Mari, para repetir a dose de 2006 de forma mais "madura". Comunicamos os convidados sobre a "mudança de última hora" e mergulhamos no álcool. Chega mais um, e mais outro, e mais outro até q a trupe está formada. Já passava das 3 da manhã e a garrafa de tequila já estava seca qdo decidimos, enfim, ir para uma balada Rock´n Roll de verdade, já que Titãs foi o que de mais pesado tocou naquele boteco.


O destino foi o Dinossauros, uma balada da pesada que ficava há uns 15 minutos de caminhada ou cinco minutos de carro do Morrison. Graças a uma certa aposta etílica entre o Mau e a Rere, todos foram condenados à caminhada. E os dois malandrões foram descalços (pq eles são muito loucos!). Nem todos nos acompanharam, é verdade. Faltou coragem para alguns ou sobrou responsabilidade para outros. Só lembramos que qdo chegamos no Dinossauros, do lado de fora já ouvimos a maior sonzeira lá dentro e sentimos que a balada forte, enfim, iria começar. E como não poderia ser melhor, não cobraram nossas entradas. M A R A V I L H A ! ! ! Mas para nossa surpresa, assim que entramos no bar, a banda se despediu e tocou os últimos acordes. Caímos na risada, bebemos mais um pouco e encaramos mais 15 minutos de caminhada de volta. Desta vez, todos calçados.

Resumo da ópera: nos divertimos pra caráleo em mais uma balada que valeu a pena. Para acessar os registros históricos, clique aqui.

Um comentário:

  1. Confesso pra vcs que eu estava incomodada no bar-temporário pq tava tocando aquelas bossinhas de mpb e a coisa estava se estendendo mais do que deveria ali. Mas a coisa tomou um rumo que saiu do controle e aí não restou outra alternativa senão relaxar e aproveitar! E valeu!

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